Alberto Neto enterra “novela” e garante: PL tem candidata própria ao governo do Amazonas

O Partido Liberal (PL) reafirmou na quinta-feira (12 de fevereiro) que manterá candidatura própria ao Governo do Amazonas nas eleições de 2026, com a empresária e professora Maria do Carmo Seffair como pré-candidata ao cargo de governadora.

Rumores nos bastidores políticos indicavam que Maria do Carmo poderia desistir da disputa majoritária para compor como vice na chapa do vice-governador Tadeu de Souza (Progressistas – PP), em uma possível federação com o União Brasil. As especulações ganharam força após a recente filiação de Tadeu ao PP e movimentações para alianças no campo governista.

O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM), presidente do diretório municipal do partido em Manaus, foi categórico ao negar qualquer negociação ou mudança de planos. Em publicação nas redes sociais, ele declarou “O PL está com a chapa formada: para governo, professora Maria do Carmo; para o Senado, Capitão Alberto Neto; uma baita chapa de deputado federal, de deputado estadual, para presidente Flávio Bolsonaro”.

Alberto Neto classificou as especulações como uma “novela mexicana” sem qualquer relação com o PL, enfatizando que o partido está fora dessas articulações e segue firme com sua composição definida para a direita amazonense.

Maria do Carmo também se manifestou diretamente, repudiando as informações sobre alianças com legendas da “velha política” e reafirmando sua pré-candidatura própria. Em vídeo nas redes, ela afirmou que o PL sairá com chapa completa — incluindo governo, Senado, deputados federais e estaduais — e classificou os rumores como “conversa fiada”.

Para demonstrar união e força política, ambos publicaram fotos nas redes sociais ao lado do presidente estadual do PL, Alfredo Nascimento, dos três deputados estaduais da legenda e dos quatro vereadores de Manaus filiados ao partido.

As declarações reforçam a estratégia do PL de manter independência e protagonismo na disputa estadual de 2026, mesmo em meio a intensas negociações nacionais e regionais que ainda podem influenciar as composições finais.

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